4ª-feira,

25 de junho – É claro que isso aí é um Lotus 49. Mas quem está ao volante em qual GP?

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25/6/1932, Timothy Parnell nasce em Derby, Reino Unido.

Tim Parnell é o filho do antigo piloto e dono de equipe Reg Parnell. Também ele foi competidor e, depois de uma série de corridas de Fórmula 1 extra-campeonato, Tim fez sua estréia no Campeonato Mundial no GP Britãnico com sua própria Lotus-Climax 18. Ele também participou do GP da Itália naquele ano mas parou de correr ao fim da temporada. Tomou a direção das operações da Parnell Racing depois da morte de seu pai no começo de 1964, e mais adiante virou o diretor da equipe BRM de F1 de 1970 a 1974. Hoje em dia continua ligado ao esporte, com seu envolvimento no British Racing Drivers‘ Club, mas passa maior parte de seu tempo em sua fazenda perto de sua cidade natal.

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25/6/1949, Daniel Patrick Charles Maurice Nasri Tambay nasce em Paris, França.

Patrick Tambay estreou na Fórmula 1 com a McLaren em 1978, e depois de duas temporadas com a equipe inglesa e uma breve participação com a Ligier – conquistou um assento na Ferrari após a morte de Gilles Villeneuve em 1982. Ele venceu o GP da Alemanha depois de Didier Pironi se arrebentar nos treinos, e então assinalou vitória de grande satisfação emocional em Imola no ano seguinte. Para 1984, o francês se mudou para a Renault, antes de ser fisgado pela equipe Haas Beatrice Lola em 1986. Após essa temporada, que foi desastrosa, Tambay formou sua própria companhia de promoção esportiva na Suiça em 1987 e concentrou-se em corridas de carros esporte, mais tarde participando de raids no deserto e corridas no gelo, do Tour de Course para jet skis, ao mesmo tempo que se iniciava como comentarista na televisão. Em 1994, em parceria com seu amigo e sócio Michel Golay, na companhia Fast Group SA, Patrick adquiriu uma participação na equipe Larrousse F1 e se envolveu ativamente no lado esportivo do negócio. Ao fim da temporada, entretanto, o Fast Group decidiu terminar seu envolvimento com a equipe. Desde então, Tambay tem se concentrado em sua participação no canal Motors TV.

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25/6/1964, John Paul Herbert nasce em Brentwood, Inglaterra.

Campeão Inglês de Fórmula 3 em 1987, ele quase correu pela Williams F-1, porém esteve envolvido em um grave acidente durante uma corrida de Fórmula 3000 em Brands Hatch em agosto de 1988. Ele quase teve um dos seus pés amputados, mas voltou a correr, e pela Benetton estreou na F-1 na corrida do Rio, no início de 1989, terminando em quarto lugar. Mas Johnny, ainda de muletas, tinha dificuldades em circuitos como Mônaco, onde era incapaz de travar forte e acabou sendo substituído por Emanuele Pirro.

Corria esporadicamente pela Tyrrell e Lotus em 1989 e 1990, mas não tinha um contrato, até que Peter Collins, chefe da equipe Lotus, ofereceu um compromisso de longo prazo a partir de 1991, que durou até a equipe fechar no final de 1993. Depois uma breve passada pela Ligier, Johnny foi contratado pela Bennetton no final de 1994, ganhando 2 GPs em 1995. Ele então se transferiu para a Sauber por duas temporadas antes de ingressar na Stewart em 1999, onde venceu sua terceira corrida e a única da equipe na F-1, no GP da Europa em Nürburgring.

Ele então, ligado as corridas de carros esportivos da Audi nos E.U.A., venceu em 2002 as 12 horas de Sebring, repetindo o sucesso da vitória das 24 horas de Le Mans de 1991. Em 2004, Herbert em parceria com Jamie Davis venceu o campeonato da Le Mans Series. Em 2005 foi nomeado Gerente de Relações Esportivas na equipe Jordan Grand Prix, que foi rebatizada de Midland F-1 no Campeonato Mundial de 2006. Entretanto, em setembro a SPYKER carros comprou a equipe e não renovou contrato com Herbert. Ele retornou a correr, compete no Oriente Médio na Speedcar Series, que teve o título inaugural de Stockcar Style Series.

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8 Gedanken zu “4ª-feira,

  1. caracoles, não deu tempo nem de chutar… bem, a pista é Jarama – não pela data, é que essa é a subida atrás dos pits.

  2. Bom, se é o Alex Soler-Roig, então é um Lotus 49C. Mas a marca das velas não descubro mesmo! 🙂

  3. CS quer dizer Calvo Sotelo como todo mundo está careca de saber.As marca das velas que é bom….

  4. Falando no patrocínio da „CS“ lembro-me que durante uma Copa distutada em Brasil – onde o Emerson Fittipaldi correu com uma lola t-210 salv engano, tinha um español – Jorge de Bragation com uma Porsche com este patrocínio…é … antigamente o automobilismo era tratado com mais respeito neste país, com vários torneios e categorias…hoje, só politicagem.

  5. mário
    interessante notar por que o espanhol não se classificou para a corrida. é só olhar a posição dos aerofólios. parecem paredes,
    daquelas q os aviões usam como freios aerodinâmicos. é…eram
    mesmo os primórdios dos conceitos aeronáuticos.

  6. boa, Zamborlini.
    eu também tinha notado; na frente especialmente, é acintoso o ângulo das aletas.

    me fez lembrar da história do primeiro teste do Emerson na F1, em Silverstone, e nesse carro exatamente: depois das primeiras voltas ele retornou ao box, dizendo que estava saindo muito de frente.
    o Jochen Rindt, que tinha sido chamado pelo Chapman para acompanhar o teste, sem muita paciência, disse pro Emerson: „é falta de pisar no acelerador. senta o pé que o carro equilibra“. dito e feito.

    mas vale lembrar que Jarama é uma pista bem travada, uma só reta, a de largada /chegada, não muito longa.
    de todo modo, fica parecendo que o espanhol tentava consertar um eventual subesterço (ou total falta de aderência, sei lá) adicionando mais e mais asa.

    Amaral

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