Há 25 anos: Keke vence, Warwick surpreende

Depois da extraordinária corrida de Spa, a próxima parada do campeonato ocorreria na pista favorita da maioria dos pilotos – Mônaco. Porém uma das grandes desvantagens do retorno às ruas do Principado era o número de lugares limitado no grid, o que fazia o fantasma da pre-qualificação rondar as cabeças dos pilotos.


As equipes Toleman, Theodore e RAM tiveram que competir para os terceiros últimos lugares no grid. No final o direito de classificar foi de Warwick, Salazar e Giacomelli made it through, only for the latter pair to fall at ther next hurdle. A pole foi de Prost – novamente – apesar da inconveniência de usar carros turbo no circuito travado. A melhor máquina não-turbo foi de Rosberg em quinto lugar, ao lado de Piquet.

Quando as luzes de largada foram acionada estava começando a chover. Aquilo não impediu de Rosberg conseguir ultrapassar Cheever e ficar logo atrás do líder Prost, que fez sua usual largada. Arnoux que largou na frente foi ultrapassado por Tambay e Cesaris e quase perdeu a posição para Jarier correndo na Ste Devot. Ao contornarem a primeira curva todos os carros estavam intactos, embora ao final da primeira volta só 18 estarem correndo. Alboreto colidiu com Mansell na Swimming Pool e ambos acabaram fora da corrida.

Na frente Rosberg esperou o início da segunda volta e após um escorregão de Prost assumiu a liderança com relativa facilidade. Conforme a chuva estava diminuindo os pilotos buscavam o trilho seco, mesmo que isso significasse um traçado diferente nas curvas. Na parte de trás do grid, Boesel e Winkelhock começavam juntos a ver uma pequena cortina de água.

Mais 6 voltas e os pilotos começaram a providenciar a troca dos pneus de piso molhado, mas isso foi tarde para Arnoux que raspou fortemente na grade evitando bater em Laffite. Arnoux voltou aos pits, mas nem a mudança da roda ajudou e ele parou em seguida. Laffite aproveitou a vantagem da situação e assumiu a segunda colocação atrás do seu companheiro de equipe.

Com as Willians correndo tão rápidas na ponta, a atenção ficou na briga entre Warwick, Piquet e Prost. O inglês defendia seu quarto lugar magnificamente, como um cão da Toleman, embora a maioria esperasse que para os carros, seria uma questão de tempo ultrapassa-lo. O problema é que ninguém disse nada a Derek e ele continuou a batalha durante a metade da prova. Foi somente quando a sua máquina falhou que ele foi forçado a se retirar.

Na mesma volta Laffite foi forçado a abandonar com a quebra da sua caixa de câmbio, Rosberg na frente com Piquet e Prost com uma postura dura atrás. No final eles não conseguiram reduzir a distância com o Finn – sempre um mestre em corridas no molhado-seco terminou na frente dos competidores.

XLI Grand Prix Automobile de Monaco – 1983 Mônaco Formula 1 Grand Prix, Mônaco.

Pole Position: Alain Prost, Renault RE40, 1m 24.840s, 140.537 km/h (87.344 mph) de média.

Race Result: Vencedor – Keke Rosberg, Williams FW08C-Ford, 76 voltas x 3.312 km (2.058 milhas) = 251.712 km (156.440 milhas) distância total da corrida percorrida em 1h 56m 38.121s, 129.487 km/h (80.477 mph) de média.

2) Nelson Piquet, Brabham BT52-BMW + 18.475
3) Alain Prost, Renault RE40 + 31.366
4) Patrick Tambay, Ferrari 126C2B +1m 04.297s
5) Danny Sullivan, Tyrrell 011-Ford + 2 Laps
6) Mauro Baldi, Alfa Romeo 183T + 2 Laps

Volta mais Rápida: Nelson Piquet, Brabham BT52-BMW, 1m 27.283s na volta 69 = 136.604 km/h (84.900 mph) de média.

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