3ª-feira,

6 de Maio- Em um esforço para induzir os fabricantes a desenvolver veículos tão competitivos quanto os carros alemães, o Governo Francês criou em 1937 o “Prix du Million” ou a Corrida do Milhão de Francos em Monthléry. O prêmio, em dinheiro, foi de 1 milhão de Francos para quem batesse o recorde de velocidade média de 146,508 km/h ao longo dos 200km de distância. René Dreyfus venceu a corrida com Delahaye 145 V12 – como mostrado acima – com média de 146,654 km/h, ganhando o prêmio, o recorde e se tornando um herói na França.

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6/5/1958, Thomas Byrne nasce em Drogheda, Irlanda;

Campeão Britânico de Fórmula 3 em 1982, ele impressionou ao testar uma McLaren e sua estréia na F-1 ocorreu na mesma temporada, em um carro da Theodore Racing pouco competitivo. Obviamente ele não pôde causar uma boa impressão com esse carro. Sem ofertas para permanecer na F-1, Tommy Byrne voltou na temporada seguinte para a Fórmula 3 no contestado Campeonato Europeu, com um pequeno sucesso. Em seguida o irlandês se mudou para os E.U.A. onde estabeleceu uma carreira de sucesso por mais de uma década na Indy Lights, sendo o piloto com o maior número de vitórias na categoria até hoje. Atualmente ele dirige seu centro de desenvolvimento de pilotos,Crash or Byrne na Flórida.

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6/5/1964, Andrea Chiesa nasce em Milão, Itália.

Andrea Chiesa chega a equipe FondFondmetal de F-1 em 1992, depois de 4 temporadas na Fórmula 3000 e de ter vencido apenas uma vez. No entanto o piloto suíço só conseguiu se classificar em 3 GPs e foi substituído após o GP da Alemanha, daí recorreu aos carros esportivos.

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6/5/1905, René Dreyfus nasce em Nice, França.

Dreyfus se tornou conhecido depois de ganhar o Campeonato da Riviera Francesa três vezes consecutivas. Então ele trabalhou na Ecure Friderich e teve a sua primeira grande vitória em Dieppe, 1929. Naquele ano ele disputou o primeiro GP de Mônaco, terminando em primeiro lugar na sua categoria e quinto no geral. Ele voltou em 1930 e teve uma vitória surpreendente. O Ecurie Friderich Bugatti tinha sido equipado com um tanque extra de combustível e permitiu concluir a corrida sem parar. Dessa forma ele bateu a Equipe Bugatti, liderada por Louis Chiron, por 22 segundos. Em 1931 ele se tornou piloto da Maserati, mas sem grande sucesso deixou a equipe no final de 1932 para correr na Bugatti. Em 1933 ele terminou em 3º o GP da Bélgica e de Mônaco e foi 3º em Mônaco em 1934, atrás dos Alfa Romeos. No GP da Suíça ele terminou em 3º atrás dos Auto Unions e depois venceu o GP da Bélgica após as equipes alemãs se retirarem.

Ele entrou na Scuderia Ferrari em 1935, ano em que se casou e foi vencedor do GP Marne e Dieppe. Ele também terminou em 2º no GP da Itália. Em 1937 pilotando um Maserati Voiturette de corridas ele venceu em Trípoli e Florença, e em um Delahaye esportivo ganhou a corrida “Prix du Million” ou Corrida do Milhão de Francos. Batendo o lendário Rudolf Caracciola da equipe Mercedes-Bens, a toda-poderosa flechas de Prata nas estreitas estradas das ruas de Pau, Dreyfus se tornou um herói nacional na França. Ele também venceu o GP Cork deste ano. Após a II Guerra Mundial, Dreyfus continuou correndo esporadicamente e competiu em 1952 nas 24 horas de Le Mans. Sua última corrida foi nas 12 horas de Sebring.

Nasceu: 6 de Maio de 1905 em Nice, França;
Faleceu: 16 de agosto 1993, em Nova Iorque, E.U.A., com 88 anos.

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