terça-feira,

Hector Rebaque, Rebaque HR100, Zandvoort 1979

5 de fevereiro – Hoje é o aniversário de Hector Rebaque, momento apropriado de relembrar os velhos e bons tempos, quando equipes particulares podiam comprar carros à vontade e pilotos exóticos acrescentavam ao espetáculo. É um nojo ter que presenciar como isto hoje em dia virou assunto político pra encher bolso de advogado. O piloto mexicano costumava comprar carros da Lotus, mas em 1979 a frustração de ser mal-atendido por Colin Chapman o fez ordenar na filial inglesa de Roger Penske a construção de uma réplica do Lotus 79. O Rebaque HR 100 entrou na pista pela primeira vez no GP da Holanda, mas Hector logo desistiu do lance de dono de equipe, já que não conseguia classificar o carro para as ultimas três corridas da temporada.

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Alain de Changy 5/2/1922, nasce Alain Carpentier de Changy em Bruxelas na Bélgica.

Piloto com algum sucesso ao volante de esportivos, de Changy fez uma única tentativa de participar e uma etapa do Mundial de Formula 1. Pilotando um Cooper da Ecurie Nationale Belge tentou em vão classificar-se para o GP de Mônaco de 1959 e depois voltou ao cenário costumeiro.

Nasceu: 5 de fevereiro de 1922 em Bruxelas na Bélgica.
Faleceu: 5 de agosto de 1994 em Etterbeek na Bélgica aos 72 anos.

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Hector Rebaque, 1980 5/2/1956, nasce Hector Alonso Rebaque na Cidade de México.

Oriundo de família endinheirada, Rebaque era a versão mexicana de Pedro Paulo Diniz. O que lhe faltava em competência para chegar ao auge, simplesmente resolvia emitindo um cheque. Adentrou a Formula 1 pela Hesketh, em seguida criou uma equipe própria, pilotando carros descartados pela equipe Lotus e em 1979 contratou a Penske Cars para construir uma replica da Lotus 79. Tudo isto não ajudou a consertar a falta de competência. Em meados de 1980 resolveu comprar a vaga ao lado de Nelson Piquet na Brabham e foi descartado em seguida em favor à Riccardo Patrese. Foi aí que Hector decidiu que a F1 mão era seu lugar e foi correr nos EUA. Vencendo a etapa de Elkhart Lake com um March da Forsythe Racing se viu realizado. Mas um acidente no Michigan International Speedway o lembrou dos perigos do automobilismo e ele acabou abandonando as pistas para assumir uma função nos negócios da família no México.

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