GP Brasil – O resumo (2ª parte)

Mario Bauer, 2007 Como no ano passado tive a oportunidade de fazer parte da equipe Toro Rosso durante o fim de semana do GP do Brasil. E o crescimento da equipe ficou evidente a olho nu.

Fazer plantão na sala de imprensa para ficar alimentando rádios, sites e blogs, assim como fez o Flavinho Gomes e sua equipe durante o fim de semana do GP, resulta obviamente em “ibope”, já que uma enorme quantia de informação vem constantemente sendo repassada.

Convenhamos que seja mais gostoso você estar no box, acompanhando cada passo e escutando pelo rádio da equipe o trabalho entre engenheiros e pilotos. No ano passado ainda circulei entre sala de imprensa e box, este ano permaneci junto à equipe. Ainda porque não tinha nenhum trabalho com prazos de fechamento.

Tarso Marques, Interlagos 2007

Na 6ª-feira aparece nos boxes o Tarso Marques, hoje piloto na StockCar V8 e velho conhecido meu de suas diversas passagens pela F1, quando eu ainda exercia a profissão de jornalista em 100% e morava na Europa. Ele veio xeretear a convite dos seus vários amigos na equipe. Perguntei se reconhecia a sua velha equipe, a Minardi onde andou ao lado de Fernando Alonso em 2001 e que no final de 2005 se tornou a Toro Rosso?

“Tem muito mais gente trabalhando no box”, Tarso observa. É verdade, este ano tem em volta de 14 pessoas cuidando de cada carro, do cara que mede a temperatura e pressão do pneu até o engenheiro. 50% a mais que no ano passado. E isto é só o que é visível, na fábrica o aumento de funcionários acompanha a tendência de crescimento das equipes maiores.

Tarso Marques & Mario Bauer, Interlagos 2007

“E é tudo mais calmo, organizado e bem apresentado.” É verdade. A F1 2007 não oferece mais degraus de competência na apresentação. A Toro Rosso e a Spyker estão na altura de uma Red Bull, Williams ou Renault. Na Minardi ainda se via muito agito, gente falando alto e gesticulando. Hoje cada um tem a sua tarefa e a executa com calma e eficiência. A marca de Franz Tost, é bem o estilo deste austríaco calmo e pragmático.

Quando Liuzzi aprece nas telas em 5º lugar durante boa parte do treino, Tarso é visivelmente abordado por aquela coçeira típica de piloto sedento de sentar no carro ele mesmo e entrar em ação. Ah, bons tempos aqueles. Nisto Vettel marca o 4º tempo e comento com o Tarso: “pena que as Minardis nunca andaram tanto…” Ele faz uma cara de “fazer o quê”, a desilusão de quem já passou por tudo isso e agora vê o seu ex-companheiro de equipe brigar pelo título pela terceira vez.

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Ein Gedanke zu “GP Brasil – O resumo (2ª parte)

  1. Certa vez, encontrei o Thiago Marques na principal agência dos Correios em Curitiba, eu estava na fila pra fazer um e-CPF pra minha empresa e o Thiago também estava por lá para importar peças de carros.

    Abordei o piloto, que estava na minha frente, e conversamos bastante sobre automobilismo. Muito mesmo. Sobre as novas regras da Stock (isso deve ter acontecido em abril, maio…), sobre F1, sobre o irmão dele aí na foto, sobre o próprio Thiago, sobre as bolhas da Stock.

    Enfim, foi uma ótima conversa que me fez repensar a torcida na Stock, que era exclusiva do Hoover Orsi, mas que hoje reparto com os irmãos Marques. Graças ao Thiago.

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