GM e F1 – agora vai?

Agora a GM tem uns trocados sobrando  A GM vai deixar de patrocinar a equipe de atletas norte-americanos após os jogos olímpicos de Beijing, a montadora vem de divulgar. O orçamento de um bilhão de dólares americanos não pode mais ser justificado perante opções de marketing mais interessantes e com um retorno maior. Será que estão pensando na mesma coisa que eu?

Deixando as olimpíadas e a copa do mundo de futebol de lado, no que a presidência da GM pode estar pensando, senão na Fórmula 1.

Os comandantes da maior montadora automobilística do mundo querem mais eficiência e um máximo de retorno para cada dólar gasto. Não deixaram dúvida, porém, que não haverá corte nesta verba, portanto não é nenhum sinal que a GM estaria mal das pernas e sem condições de arcar com este tipo de despesa para um instrumento de marketing a altura. Apenas começou também nesta área a procura de maior eficiência.

Impossível neste aspecto não levar a Fórmula 1 em consideração, o esporte que reúne uma audiência global de 19 bilhões de consumidores em mercados todos fornecidos pela GM. Dividindo este bilhão em quatro anos, o ciclo de aproveitação de cada olimpíada, seria um budget de 250 milhões anuais. Bem a altura dos top teams da F1. Mas em contra partida há o ganho de desenvolvimento tecnológico, renda por meio de patrocínios, que podem chegar até 150 milhões anuais, e, a partir de 2009, uma renda considerável oriunda das participações de direitos de transmissão de TV. A lógica está lá para ser examinada. Será que enfim vão criar coragem?

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