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3ª-feira, 29 April 2008

Posted by grandprixinsider in Fórmula 1.
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29 de abril - Enquanto se discute se o Rubens Barrichello já alcançou ou não o recorde estabelecido por Riccardo Patrese de 256 participações em Grandes Premios, eis acima uma cena do ano de 1984, quando sequer o próprio Patrese desconfiava que a sua carreira na Formula 1 iria tão longe. A foto mostra o italiano durante o GP da Bélgica em Zolder durante o 100º GP de sua carreira.

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Theodor Helfrich nasce em Frankfurt na Alemanha.

Theo Helfrich disputou os GPs da Alemanha de 1952 e 1953 ao volante de um Veritas-BMW e em 1954 participou com um Klenk Meteor com motorização semelhante. Dono de uma revendedora na cidade alemã de Mannheim, Helfrich comemorou o seu maior sucesso ao terminar em 2º lugar nas 24 horas de Le Mans em 1952 copartilhando uma Mercedes-Benz 300SL com Helmut Niedermayr.

Nasceu: 13 de maio de 1913 em Frankfurt na Alemanha;
Faleceu: 29 de abril de 1978 em Ludwigshafen na Alemanha aos 64 anos.

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morre Robert Ramsay Campbell Walker.

Da família dona da marca de uísque Johnnie Walker, Rob Walker costumava correr até deixar a atividade de lado para continuar no automobilismo como dono de equipe e logo contratou Tony Rolt para ser seu piloto. Comprou um Aston Martin DBR2 da equipe de fábrica e inscreveu Rolt e Eric Thompson nas provas. Rolt então o persuadiu a comprar um Delage 1927 de corridas que foi restaurado por Giulio Ramponi para Dick Seaman no final dos anos 30 e foi ainda assim foi bem competitivo.

Rolt pilotou este carro durante 1950 e depois ganhou um motor ERA para as temporadas de 51 e 52. Em 1953 Walker conseguiu um Connaught para Rolt e a combinação conseguiu algum sucesso e ocasionalmente Stirling Moss pilotava o carro. Em 54 a história foi semelhante, com Rolt fazendo a maioria das corridas, mas com Peter Collins sendo a estrela emergente e também em 1955 quando Peter Walker correu em algumas ocasiões.

Em 1956 Walker trouxe Reg Parnell no Connaught e Tony Brooks num Cooper de Fórmula 2 enquanto em 1957 Brooks se juntou a Jack Brabham. A equipe estourou em 58 quando Walker convenceu Stirling Moss e Maurice Trintignant para pilotarem um par de Coopers. Moss venceu o GP da Argentina e Trintignant venceu em Mônaco. Naquele inverno Walker estava presente quando Mike Hawthorn foi morto no acidente com o Guildford. A retirada da Vanwall deu a Walker a chance de assinar com Moss por toda a temporada de 1959 e havia uma vitória em Portugal. Em 1960 Walker trocou para a Lotus na F1 e Moss conquistou sua famosa vitória em Mônaco e outra nos Estados Unidos depois de se recuperar do acidente que lhe quebrou as duas pernas em Spa. Na Fórmula 2 Walker conseguiu um Porsche para Moss, embora houvesse uma tentativa de construir um Walker-Special. O carro desenhado pela Alfa Francis não foi lá um grande sucesso.

A temporada de 1961 teve vitórias em Mônaco e Nurburgring enquanto a equipe fazia algum desenvolvimento com o Ferguson de F1, que foi construído por Rolt. Moss teve seu acidente em Goodwod naquela primavera (pilotando pela British Racing Partnership) e Trintignant assumiu o carro da Walker na F1. No final do ano ele alugou um carro a Ricardo Rodriguez no México. Rodriguez se acidentou morreu. Seis semanas mais tarde Gary Hocking correu pela Walker na África do Sul e também morreu em um acidente. Em 63 Walker comprou chassis Cooper e contratou Jo Bonnier e em 1964 a equipe mudou para chassis Brabham. Naquele ano Jochen Rindt estreou na F1 em um Walker-Brabham. Em 1965 Bonier teve a companhia de Jo Siffert e ele foi bem em 1966. A combinação Walker-Siffert permaneceu até 1969, quando Siffert juntou-se à BRM.

Tendo trocado os chassis de base regular, em 1970 Walker decidiu usar chassis Lotus e contratou Graham Hill para pilotar. No fim do ano ele concordou em fazer um contrato de três anos com Brooke Bond Oxo mas Hill mudou-se para a Brabham e Walker fez um acordo para trabalhar com John Surtees. Assim começou a relação com Mike Hailwood. Quando o acordo com Brooke Bond terminou no final de 1973, Walker foi com Hailwood em um McLaren secundário, patrocinado pela Yardley. Hailwood aposentou-se no final de 1974 e Walker, com 57 anos de idade, decidiu se concentrar no jornalismo trabalhando pela revista norte-americana Road & Track. A equipe de Rob Walker foi brevemente reativada em 1975 quando foi feita uma parceria com Harry Stiller para ter Alan Jones ao volante de um Hesketh, mas depois Walker permaneceu somente com cronista de F1 até os anos 90 quando a idade passou a tornar difíceis as viagens para ele e sua esposa Betty.

Nasceu: 14 de agosto de 1917 em Rickmansworth na Inglaterra;
Faleceu: 29 de abril de 2002 em Somerset na Inglaterra aos 84 anos.

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Martin Whitmarsh nasce na Inglaterra.

Martin Whitmarsh graduou-se em Engenharia Mecânica em 1980, primeiro trabalhando pela British Aerospace como analista estrutural em Hamble-le-Rice, perto de Southampton. Foi promovido a coordenador de pesquisas e desenvolvimento avançado de estruturas compostas e passou algum tempo em Weybridge antes de voltar a Hamble-le-Rice, onde foi colocado a cargo da produção de células para o Harrier e Hawk. Foi então decidido que a fábrica deveria se tornar uma operação independente, quando foi criada a Aerostructures Hamble Ltd, como uma subsidiária da British Aerospace. Whitmarsh então foi promovido a diretor. Logo depois, porém, ele deixou a BA e foi contratado pela McLaren International como diretor de operações, posição que ocupou até setembro de 1997, quando foi promovido a diretor geral, um passo que permitiu a Ron Dennis passar mais tempo desenvolvendo o TAG McLaren Group. Hoje Whitmarsh é o presidente da equipe de Formula 1 team e o diretor geral do grupo TAG McLaren.

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