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5ª-feira, 17 April 2008

Posted by grandprixinsider in Fórmula 1.
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17.04/1951, Riccardo Patrese nasce em Pádua na Itália

Após um belo recorde de conquistas no kart e na Fórmula 3, Patrese entrou para a Fórmula 1 pela Shadow em 1977. Quando membros da equipe se transferiram para a Arrows, Patrese foi com eles. Rapidamente ganhou a reputação de ser agressivo demais e arrogante, na pista e fora dela, mas foi injustamente acusado por seus pares por ter desencadeado o acidente que matou Ronnie Peterson em Monza em 1978. Em 1982 Patrese mudou para a Brabham, de Bernie Ecclestone, ao lado de Nelson Piquet, foi para a Alfa Romeo (1984-85), voltou à Brabham (1986-87), e então para a Williams de 1988 a 92 quando foi parceiro de Nigel Mansell durante o título do inglês em 92. Patrese teve sua temporada de canto do cisne com a Benetton como companheiro de Michael Schumacher em 1993 e se retirando da F1 com o recorde de 256 Grandes Prêmios disputados. Ele mantém o recorde de pontos conquistados em Mundiais pelo mais longo período do que qualquer outro piloto na história da F1, 17 temporadas começando pelos primeiros pontos em 1977 e sua ultima pontuação em 1993.

Comments»

1. Gilberto - 18 April 2008

Mario, em tua vida profissional, tu tiveste a oportunidade de conviver pessoalmente com Riccardo Patrese? Se houve a convivência, ele realmente confirmou a reputação de arrogância? Faço essa pergunta porque sempre tive uma imagem diversa desse piloto italiano; ele sempre pareceu ser bastante simpático e acessível. Lembro, inclusive, de um treino classificatório no Estoril, em Portugal, em 1992, durante uma interrupção, ocasião em que ele era um dos poucos pilotos que não haviam se recolhido aos boxes e conversava, gentilmente, com algumas pessoas que transitavam naquela área. Além disso, o fato de ter mantido uma relação amigável com colegas de profissão altamente competitivos como Piquet, Prost, Senna, Mansell e Schumacher parecia corroborar minhas impressões. Agradeço a costumeira atenção.

2. grandprixinsider - 18 April 2008

Só começei pra valer na F1 como jornalista em 1993, a ultima temporada de Patrese e já ofuscado pelo jovem talento Schumacher. O conheci quando era companheiro de equipe do Piquet. O jeitão dele o fez parecer arrogante muitas vezes, principalmente com pessoas desconhecidas. Mas quando se sentia à vontade era bastante atencioso.